segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Dedinhos, parem!!!!

Cabeça, também!! Preciso de descanso mental sabiam?
Como dormir desse jeito??
Parece uma retrospectiva de fim de ano com mil imagens e músicas e pessoas...
Acalma-te ó cérebro, tudo ao seu tempo, não esqueça disso...
E você, coração com Alzheimer, sossega...

Bill Withers - Ain't No Sunshine, the best music!!

sábado, 12 de janeiro de 2013

Ultimamente..

Ultimamente tenho escrito tanto no meu diário que invado as páginas de outras datas, indo e voltando, num desabafo sem fim...
Tenho perdido e vivido, tanto amores como dores, e, meu cérebro barulhento (quem me conhece sabe que ele faz barulho mesmo) louco, tentando apagar tudo aquilo de que eu não vou tirar proveito algum...e guardar aquilo que pode vir a ser um fôlego, um respiradouro nesse turbilhão...
Tento muito não sentir tanto, mas, coração bandido e esquecido, deve sofrer de Alzheimer ou qualquer demência parecida, engata de novo, sem medo algum ...
Podia ser tudo tão mais simples... olhar e pronto, estar escrito numa legenda ou num manual de instruções, sei lá,  pouparia tanto desgaste...teria graça então?
 Tirando barata(irc) não me restam muitos medos, um pouco de altura, outro tanto de água escura, mais um pouco de perder a memória e se for enumerá-los, acho que não são tão poucos assim...um deles com certeza é o do arrependimento daquilo que não tive coragem de fazer ou tentar... então é isso, acho que meu maior medo(depois da barata), é o medo de não tentar...
Tentei e tento, quantas vezes forem necessárias, porque não vim nessa jornada a passeio, certo? E como diria um grande amigo do meu meu pai, a nossa única certeza  é de que quando chegamos aqui, já temos o ticket de retorno no bolso...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Lindo poema ou crônica, não sei...

Eu sinto falta da janela do teu quarto aberta. Da lua brindando a nossa felicidade. De você cantando tuas canções esquisitas e dedicando-as a mim. Do teu “fica só mais um minutinho”. Da tua voz falando que tudo é lindo. E eu lhe respondendo com mal criação que a vida é uma merda. Sinto falta da tua mão que escorrega. Do teu sorriso e das tuas anedotas que só você entende. Do meu riso tão forçadamente sincero. Do teu cobertor que mal cabia a nós. Sinto falta de você. Dos teu porquês. Dos teu poréns. Do teu medo de me perder. Do teu jeito de me fazer falar que sim, eu também tenho medo de lhe perder.
Sinto falta do teu cheiro.
Sinto falta de te amar.
Sinto falta de mim.
RENATA ALENCAR
Escritora de grande talento, ainda vamos ver seu nome aí nos grandes!!