terça-feira, 13 de agosto de 2013

Conto nº 5

Alto do Cristo...toda cidade do interior tem um, sempre no lugar mais alto, mais frio e mais isolado.. uma moto com duas pessoas chega a esse lugar...duas pessoas, um casal aparentemente jovem. Ela tira o capacete e seus cabelos longos começam a voar no vento cortante e gelado...os dois de roupa de couro, ela de saia, provavelmente uma meia de lã....ele tira o capacete e agarra-a pelo pescoço, começa um beijo longo e intenso, profundo, ela mal reage , a não ser quando noto suas mãos abrindo o zíper da calça dele, não demorou muito para que estivesse quase ajoelhada, numa ânsia de membro imensa...ele joga a cabeça para trás, num suspiro longo, há muito aquele encontro não acontecia, a adolescência já ia longe, aqueles encontros armados pelos outros primos, fuga dos pais e tios, beira do rio, cavalos e sarros quentes à tarde, bons tempos aqueles...mas esses de agora eram melhores, a saudade e a experiência faziam da boca da prima uma máquina de sugar deliciosa. Não aguentando mais a virou de costas e rasgou a meia, a moto era o apoio, a penetração foi rápida e o vai-e-vem também, logo veio o primeiro gozo...só o primeiro, depois de algumas risadas pela meia rasgada foi a vez dele... chupar a cona toda melada e com o próprio gosto, ela deitada sobre o tanque , pernas escancaradas e escorridas, dedos, língua, tudo molhado, urros, gozos e frio, muito frio...é...o fôlego até que dava para a terceira, mas o ar gelado não deixaria...uma última exploração achou dois bicos de seio  tão duros que doíam, não se sabe por frio ou tesão, chupados e mordidos...bocas que iam e viam, sorrisos, lembranças...então, ajeitaram-se e subiram na moto, sem capacete foram embora, ainda sorrindo, na certa imaginando como explicar à família seu sumiço da festa...

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