quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Poemeto nº 12

O bom e velho, velho
Sábio, bobo
Nervoso, cuidadoso
Abençoado com já disse antes
E belo...
Belo de coração
Despido de orgulho
Fez enxergar com outros olhos
A dor que achava que nunca passaria
Você é luz
Atrai mariposas
E algumas resistem, outras morrem
Ofuscadas talvez por um brilho que seria salvador
Fez compreender a verdadeira missão
De guia
De farol
De compromisso com a Terra
De palavrório que não pode ser em vão
Fez sentir-me amada
Você é querida, onde chega aglutina
Não tem noção da benquerança?
Arregala esse belo par de olhos e vê
Vê tudo que aprendeu e usa
Usa sua mente
Em benefício próprio e dos seus
O resto, o em volta, apenas a seguirá
Por amor, por sensação
Por creditude, por empatia
Fez amar de novo
Não um ícone ou um passado
Não um ser ou uma personalidade
Ama a todos
Dá-se a todos
Amor não se pesa, não se mensura
Espalha o sentimento que o Divino lhe entregou
Espanta a tristeza do seu olhar
Inebria com seu colar de marfim,
esse que brilha mais que o Sol
Faz com todos o que fez comigo
Faz te amar
Nem precisa de força
Basta amar
Como eu

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