segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Poemeto nº 22

Como não temer
perder algo que não se tem?
Não te pertence
igual símbolo matemático
mas te contém
E você está contido.
Então, perder como?
Se já o amálgama secou
mas o medo persiste
a paúra ronda
e o não saber também
A consciência trava uma batalha
entre a curiosidade e o temor
Abrir nova pasta
Novos trabalhos
Sem findar os já começados
sem saber se o começado é garantido.
Nunca saberá
a garantia não é comprada.
Arriscar talvez?
Ajudar talvez?
Tentar falar talvez
Talvez
Essa é a palavra chave.
Talvez ame
Talvez goste
Talvez acabe
Talvez desista
...
mas o que já existe não acaba
e nem o que é para sempre
como saber?
...

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