terça-feira, 28 de outubro de 2014

Poemeto nº 30

Sathyá era menina
Pequena
Meiga
Brava
E braba
Dizia o pensamento
Falava à alma
Perfurava os olhos
Ouvia o vento
Subia ao cume
Descia aos estertores
Mas nada a maculava
...tempos passavam
Poucos
E ela jovem
Pensava com maestria
Amora branca que curava
Amora roxa que adoçava
A vida já tão magoada
Da Amora que morria...

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