quarta-feira, 22 de abril de 2015

Poemeto n°34

Insônia terrível
Motivo insano
Algo incrível
Nenhum sono

Após o deleite
Ainda bamba
Confesso sem enfeite
Que o coração samba

Cola que enrola
Cola que baba
Daquelas completas
De não falar nada

Tremor conhecido
Delírio vivido
De um ser temido
De um ser esquecido

A trama continua
Ainda bem que sim
Por culpa sua
Que me abandona assim

Queria seu ego
Queria sua boca
Mas o ego eu entrego
E a boca fica oca

Desejo infindo
Desejo contido
A arma tinindo
Sem porém dar um tiro

Qual será o final
Dessa contenda arrastada
Que de dúbia e emocional
Acaba com a balaustrada

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